sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Obreiro,braço forte da Igreja!


Guardiões do bem

De nacionalidades, classes e raças diferentes, os obreiros são fundamentais no trabalho da IURD
Ivonete Soares
ivonete.soares@folhauniversal.com.br

Bem antes de a reunião começar, eles já estão espalhados por toda a igreja. Alguns, na porta, recebem carinhosamente as pessoas que chegam; outros dividem as responsabilidades internas, como manter organizados os elementos que serão utilizados durante o culto. Há ainda aqueles que supervisionam o altar, os bancos, enfim, toda a estrutura física que compõe o templo, para que quem chegue sinta-se bem e confortável.

Mas, muito além de manter a ordem no local, os obreiros têm uma missão para lá de especial: receber e acolher o povo que chega, para que todos, sem distinção, encontrem respostas para as suas aflições e o caminho da salvação eterna.

Eles são jovens, estudantes, senhores, senhoras, empresários, donas de casa e aposentados. Apesar de toda diversidade, juntos caminham com um objetivo comum: o de ganhar almas para o Reino de Deus.

“Eles são muito importantes para o trabalho de bispos e pastores. Para ser obreiro é necessário ser batizado com o Espírito Santo e ter se entregado totalmente a Deus, ou seja, ser fiel à Palavra do Senhor”, comenta o bispo Sérgio Correa, que recebeu a responsabilidade do bispo Edir Macedo de cuidar dos obreiros em todo o Brasil.

Considerado o “braço direito” do pastor antes, durante e após as reuniões, o obreiro não está ali apenas para fazer número, tampouco para embelezar a igreja com o seu uniforme impecável. De acordo com a direção da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), eles são milhares espalhados pelo Brasil todo, em milhares de templos: das catedrais aos cenáculos mais longínquos e simples.

Os obreiros sabem do seu papel e da importância de estar na mesma sintonia que a direção da Igreja. Cientes do valor e do respeito à hierarquia, eles participam regularmente de reuniões, onde são orientados espiritualmente e recebem direcionamento para o trabalho que exercem.

“Em cada estado será nomeado um pastor, que será orientado para que possa acompanhar o trabalho destes obreiros, pessoas fundamentais para a Igreja”, define o bispo Sérgio.


“Sou quase o número 1”
Os trabalhos destes voluntários não se restringem aos cenáculos, eles também estão inseridos em algum grupo de evangelização (hospital, presídio, casas de recuperação, entre outros) e dão tudo de si para levar o conhecimento da Verdade a toda criatura.

Obreiro ativo na IURD desde o início do trabalho evangelístico, o aposentado Albino da Silva, de 88 anos, conta que teve o privilégio de trabalhar com o bispo Edir Macedo no Coreto do Méier, no Rio de Janeiro, local onde o bispo fazia reuniões ao ar livre. Ele não consegue mais atuar como antes na Igreja por questões físicas, mas ainda se lembra de histórias curiosas.

“Fui eu quem arrumei a antiga funerária para ele alugar. Éramos ativos, fazíamos tudo com muito prazer, pois, o bispo sempre foi valente, uma pessoa de visão e fé impressionantes”, comenta.

Albino também relata que é o membro número 2 da Igreja Universal e um dos primeiros obreiros.

“Só perco a posição para minha esposa, falecida há 5 anos. A minha carteira de membro se tornou uma relíquia que guardo com carinho”, sorri, mostrando a antiga carteirinha.

Acostumado com os milagres que até hoje vê ocorrer nas reuniões da Igreja, ele conta que recebeu vários: “Minha esposa sofria com ataques que a deixavam como se estivesse morta e eu achava que um médico poderia resolver a situação. Ela estava sem esperanças, mas apelou para Deus, passou a ir às reuniões no coreto e ficou curada. O problema dela era espiritual. A partir daí, entendi que o Senhor Jesus é poderoso. Passei a servi-Lo de todo coração”, garante.

Não há barreiras

Lilian Coelho Santos, de 21 anos, está há 5  na Igreja Universal, dos quais, 3 anos e dois meses como obreira. Atualmente, a jovem, que já foi viciada em drogas dos 11 aos 16 anos, faz parte do corpo de obreiros da IURD do Parque Jandaia, na região de Carapicuíba, Grande São Paulo.

Segundo explica, aos 14 anos começou a “surfar” em cima dos trens, uma prática muito perigosa que consiste em fazer movimentos de surfe sobre os vagões. “Um dia eu caí e o trem passou por cima de uma das minhas pernas, que teve de ser amputada”, relembra Lilian que, 2 anos depois chegou à Igreja, se libertou das drogas, deu a volta por cima e atualmente cuida do grupo de adolescentes TF Teen (Turminha da Fé Jovem) da Igreja onde é obreira.

Lilian usa uma prótese na perna esquerda e não vê impedimento algum em trabalhar na Igreja.

“É com grande alegria que colaboro com a obra de Deus, para mim é uma felicidade imensa”, garante.

De todas as idades

Apesar de bastante jovem, a obreira Gabrielly de Macedo Jorge, de 15 anos, é um exemplo de que idade não influencia quando se tem o sincero desejo de ajudar ao próximo. Ela e os pais são obreiros na matriz da IURD, no bairro do Brás. “Antes de ser obreira, eu sempre procurava me dedicar evangelizando, então, o Espírito Santo viu em mim um desejo de servir a Deus, que nada mais é do que ganhar almas para Ele. Faço esse trabalho há 1 ano, ao lado dos meus pais, e me sinto muito feliz e realizada, pois Deus tem me usado muito!”, diz a jovem, feliz.


Colaborou: Vanessa Sendra


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A DIFERENÇA DE PENSAMENTOS

Trecho de um artigo da Gazeta Mercantil de 22/4/1993, chamado "As lições de 
Amyr Klink":
" Empreendimentos tão diferentes quanto dirigir solitariamente um veleiro ao polo 
sule gerir uma empresa  podem ter mais em comum do que se pode imaginar.  Foi 
o quemostrou o navegador Amyr Klink, ao falar sobre "A Viagem do Parati - Lições 
Empresariais de Planejamento e Qualidade".
Klink fez questão de desmistificar sua viagem como uma aventura irresponsável,
algo em que a sorte seria fundamental para levar a cabo. "Sorte não tem nada com 
isso.É impossível ter sorte durante um ano e meio em condições adversas", diz 
Klink. Por isso, o mais importante foi estudar cada detalhe mínimo da viagem para 
evitar as surpresas.
"Todas as viagens à Antártida que fracassaram não foi por causa de baleias 
assassinas ou ondas de dezoito metros no Estreito de Horn. Os problemas sempre 
foram as especificações de soldas, material isolante e outras coisas". Sua primeira 
lição empresarial: "Estudo minucioso e planejamento detalhado é o que está na 
base do sucesso", disse o comentarista da palestra.
O navegador diz que, na área de tecnologia, o mais importante é aproximar-se ao 
máximo do que se tem. "A tecnologia, às vezes, nos oferece muitas coisas que não 
sabemos utilizar".
Com mais de dois mil itens em seu barco de quinze metros de comprimento com
suprimentos para três anos e meio de viagem (apesar de a previsão ser de um ano
e meio), Klink diz ter sofrido para deixar tudo pronto.  Cada componente tinha que 
ser checado. "Às vezes, comprávamos pilhas em embalagens alcalinas e, quando 
íamos ver,eram pilhas comuns", diz.
Os detalhes chegaram a tal ponto de precisão que a comida, embalada em 98 mil 
pacotes, tinha quantidades precisas. "Um erro de um grama em cada pacote daria 
um peso extra próximo de uma tonelada", diz ele. Oito meses depois de desembarcar na Antártida, Klink observou que os pingüins
se acasalavam. Cada casal, para construir seu ninho, buscava, uma a uma, pedras 
no fundo do mar . Ele contou 35 mil pedras em um único ninho.  "Alguns pingüins 
tentavam carregar em ladeiras, mas as pedras rolavam.  Eles começavam de novo, 
e de novo, até conseguir".  “A perseverança é um fator 
fundamental para concretizar objetivos.

Esse é um pensamento de uma pessoa que "supostamente" não seja de Deus,ou,tenha um vínculo com Deus.E você que se diz de Deus,qual tem sido os teus pensamentos?

Fica com o Pai!!!

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